Os estudos feministas e o racismo epistêmico

Giselle Cristina dos Anjos Santos

Resumo


Partindo da discussão sobre como a ciência moderna objetificou e inferiorizou os saberes de grupos (mulheres, negros, indígenas, homossexuais, não ocidentais etc.) definidos como os outros, este artigo analisa como a área dos estudos feministas no Brasil se relacionou com o debate sobre relações raciais e com o conceito de interseccionalidade. Essa questão é relevante uma vez que o processo de racialização muda a forma como alguns grupos de mulheres vivenciam a opressão de gênero. Por meio do debate sobre a construção do campo da História das Mulheres na academia brasileira, discuto a abrangência do debate racial na produção dos estudos feministas.

Palavras-chave


estudos feministas; racismo epistêmico; interseccionalidade

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DOI: https://doi.org/10.22409/rg.v16i2.812

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